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segunda-feira, 6 de março de 2017

Um pesadelo

Hoje tive um pesadelo. Sonhei que entrava em casa e não havia mais ninguém. Nenhum dos meus. Entrei em desespero. E eis que tive a sensação de estar sem eles. Sem dúvida não há pessoas melhores do mundo que as pessoas da minha casa. Em nome de Deus eu afirmo isso. Eles merecem ser canonizados. Amo vocês muito mesmo! Não existem seres mais incríveis!!!!!!!!!

Edifica minha casa, Senhor (8). Estou mudando por vocês. Um dia nos encontraremos!!!! Assim será!!!

Em homenagem a eles:


Papa Francisco

Independente de religião, acredito que devemos seguir o que o Papa Francisco nos está ensinando.

Eu não saberia explicar, todavia, ele veio para mudar paradigma das coisas.

Seja você de qual religião for (ou se não tiver religião) devemos prestar bastante atenção  a este líder!

Ele veio para colocar a humanidade para frente.

Prestem atenção ao que ele fala.

Lembrem-se que estamos no ano 1 da astrologia. Ano de mudanças.

domingo, 5 de março de 2017

Na sociedade TUDO está interligado em maior ou menor grau!!!!


"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram
meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram
e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar..."

Na minha visão, quem achar que o problema é só do outro está enganado.
Tudo está interligado, visto que vivemos em sociedade. O mal que você faz, pode retornar para você de forma catastrófica. Cuidado!

Homenagem ao melhor pai do mundo

Quero dedicar este post ao meu pai.. Esse ser maravilhoso e que sempre investiu no meu estudo e dos meus irmãos.
Esse ser humano que é pai e mãe e que faz muito além do que é para ser feito como pai. Devo tudo a ele. Tudo. Tenho orgulho de tê-lo como pai, bem como ter tido minha falecida mãe como mãe.

São exemplos de seres humanos e a quem eu devo tudo. 

Te amo no fundo do meu coração e um dia nos encontraremos. Se meu DEUS do céu permitir.
Amém!


Outra passagem bíblica: As bem-aventuranças

O EVANGELHO SEGUNDO MATEUS

Capítulo 5, versículo 1 ao 12

1 Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos;
2 e ele passou a ensiná-los, dizendo: 
3 Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
4 Bem-aventurados os que choram porque serão consolados.
5 Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.
6 Bem aventurados os que tem fome e sede de justiça, poruqe serão fartos.
7 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8 Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
9 Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus.
10 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem e, mentindo, disserem todo mal contra vós.
12 Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetotas que viveram antes de vós.



sábado, 4 de março de 2017

Um povo unido jamais será vencido!!!!

Bato na tecla que não se faz necessário um povo de uma mesma nação brigar entre si.
Qual a necessidade disso? 
Muito pelo contrário, devemos, juntos, alavancar o país, visto que o Congresso nos suga o tempo inteiro. 
Sou da seguinte hipótese: o inimigo do meu inimigo é meu amigo. 
Devemos saber quais são os nossos inimigos. Jamais será um contra o outro. Uma nação unida é o patamar ideal para que todos cresçam juntos. TODOS. Afinal, dá para que todos cresçam juntos! Um melhor que outro? Não mesmo! 
Uma nação com todos iguais perante a lei. Dá para realizar, sim.
A frase clichê é muito bem-vinda: Um povo unido jamais será vencido!!!!

sexta-feira, 3 de março de 2017

"Pode falar dez línguas, Mas se não aceitar as diferenças, continuará sendo um bárbaro" (Leandro Karnal)

Agora um texto do Portal Raízes que eu gostaria de compartilhar com vocês, vale a leitura:


Nem todo preconceito gera uma discriminação. Mas toda discriminação parte de um preconceito. É necessário que estudemos os nossos preconceitos a fim de que eles não se transformem em discriminação. Pois, tudo o que o inferno significa está contido na palavra “discriminação” porque dela flui: a xenofobia, homofobia e todas as outras palavras usadas para conceituar o comportamento do indivíduo que não aceita as diferenças. Não aceita ao ponto de odiar aqueles a quem ele julga “diferentes”.

A discriminação quando não autocriticada pode desencadear fobias. Segundo o pesquisador Paul Errara, a palavra fobia é derivada da palavra grega para terror ou estrangulamento. Phobos era um deus grego que causava pânico e medo entre os inimigos daqueles que o adoravam.

Nos últimos dias assistimos a notícia de um massacre numa boate gay em Orlando. O atirador homofóbico matou 50 pessoas e 53 ficaram feridas. Se ainda não sabemos lidar com as diferenças integrais, como saberemos lidar a ‘polissexualidade’?

O professor Leandro Karnal faz uma relevante proposta de reflexão acerca deste assunto. Fizemos a transcrição de um trecho de sua palestra: Tolerância ativa.

“Existe uma proposta de um professor chamado Francis Wolff, num livro chamado Civilização e Barbárie, em que ele faz a seguinte pergunta: “Quem é o bárbaro atual?”. O livro organizado pelo professor Adauto Novaes, chama-se Civilização e Barbárie, e um dos primeiro artigos pergunta “Quem é o bárbaro?”. A tendência grega tradicional era dizer “Quem é bárbaro é quem não fala grego, quem está fora da minha cultura. O latino: É bárbaro quem está fora da cultura romana”.  Pro chinês é bárbaro todo mundo que não seja chinês. Bem, o bárbaro era visto como não civilizado. A proposta deste texto é pensar que a barbárie floresceu, por exemplo, no exemplo citado do nazismo, no país mais culto da Europa que era a Alemanha. No país que lia Kant em alemão. Tenta imaginar o que é isso: Ler Kant em alemão. O país que lia Kant em alemão, produzido Bach e Beethoven. Bom, o país que produziu tanta cultura formal incendiou uma das crenças mais bárbaras do século 20 e um modelo de barbárie. O que proponho de novo neste texto?

É bárbaro todo aquele que propõe, na sua teoria, a exclusão do outro.  É civilizado, seja um índio ianomâmi, ou um alemão, todo aquele que propõe a aceitação da existência do outro. Então ele foge ao termo Civilização e Barbárie tradicional, oferece uma saída para esse caminho e vai nos dizer exatamente isso. Acho que o fundamentalista que prega a eliminação do outro deve ser tratado como racista, ou seja, como uma patologia ‘educar’ e, segundo caso: não sendo possível a educação, deve ser encarcerado. Por quê? Porque não é possível conviver com pessoas que quer lhe excluir da humanidade. Não é possível.

A não aceitação das diferenças é problema tanto patológico como baixa inteligência e falta de caráter. Ou uma combinação das três coisas. O fundamentalismo não precisa ser ‘falta de caráter’. Eu ainda acho que se pode educar para a Tolerância Ativa, princípio que eu defendi quando elaborei os cinco volumes para o ensino religioso em São Paulo, que é o ensino leigo, não baseado em religião. Nós propusemos nesses volumes o chamado ‘tolerância ativa’. O que é tolerância ativa? Não é que eu tolero que você seja presbiteriano eu, católico? Não é que eu tolero. Eu acho fundamental que exista essa diversidade. E não existiria mundo e o mundo seria um lugar terrível se você não fosse presbiteriano e eu católico. Isso é tolerância ativa. Não é que eu diga assim: “Até que eu tolero um gay, desde que não chegue perto”. É fundamental que existam gays. É fundamental pessoas de diversas etnias, é fundamental que existam diversas opiniões, inclusive contrárias à minha.

Essas divergências tornam o mundo um lugar horrível. Quem aceita isso é civilizado. Quem não aceita isso é bárbaro. Pode falar dez línguas, continuará sendo um bárbaro. Ou seja, eu compartilho dessa ideia de que o fundamentalista é violento, tal como o racista, tal como o pedófilo. Tenho que ser reeducado, talvez com uma educação formal, eletrochoque, prisão, alguma coisa que funcione e, não funcionando, ele ter de ser isolado da sociedade. Ou talvez se pudesse escolher uma ilha para onde mandassem todos esses tipos de pessoas que querem excluir os outros. Só os violentos. Porque se não for a violência, se apenas disser: na minha concepção você vai para o inferno, isso não me afeta. Isso não me afeta… isso é apenas um problema de debate. Na verdade, o limite da liberdade é o limite de eu poder me expressar e a questão da dignidade do corpo, em particular.

Agora, se alguém acha que eu vou pro inferno por algum motivo, eu também reconheço o direto dessa pessoa também me mandar pro inferno. Como se atribui a Voltaire, mas também não é dele, curiosamente, “Eu não concordo com uma palavra do que me dizes, mas defenderei à morte o direito de dizeres”. Não é dele, mas é uma frase que ilustra bem o pensamento de Voltaire: tolerância. É fácil ser tolerante com a ideia parecida com a minha. O difícil é ser tolerante com a ideia oposta à minha. É o choque entre pólos que não conseguem entender que o outro possa estar correto. E aí as próprias religiões dão a solução: o primeiro princípio é uma regra áurea, comum a quase todas as religiões, não fazer ao outro o que não quer que seja feito a si. Essa regra áurea que Norman Rockwell, que fez um pôster que está na ONU, é a norma básica: colocar-se no lugar do outro e, segundo os budistas e cristãos, é compaixão. O que significa isso? Compassione em latim: eu sinto junto. E sentindo junto eu penso o que perturba o outro. Esse é um exercício fascinante. A compaixão a todo o momento.

Porque como lembrou Sartre, e de alguma o Papa Paulo XVI, que era uma pessoa hamletiana, melancólica, né?  Como lembrou Sartre: “o inferno são os outros” e, nós somos o inferno dos outros. Só quem vive feliz é Robinson Crusoé até que Sexta Feira chegue à sua ilha. Viver em sociedade é uma negociação permanente e essa negociação é dura. É árdua em vários sentidos”. Leandro Karnal